“Liberdade!
Liberdade! abra as asas sobre nós”. Sempre que ouvimos esta música, vem à tona uma
sensação tão maravilhosa que foi conquistada pela sociedade ao longo tempo, a
de ser livre. Indo muito além do direito de ir e vir, permitindo que mostremos
aquilo que somos e sentimos. Dando-nos possibilidades de escolha, para
desfrutar de toda plenitude que a vida nos oferece.
Ter
e perder, fazer e desfazer, desistir e enfrentar, ficar e voltar, amar e ficar
só, são muitos verbos para expressar como pode ser vivida a tal liberdade. Ela
nos proporciona um campo tão infinito de opções, que às vezes precisamos ficar
atentos para não nos perdermos. Precisamos buscar um foco, para isso disciplina e
limite são necessários. A verdade é que precisamos saber lidar com a emancipação.
Conhecemos
a liberdade também como o Livre arbítrio, muito difundido no meio cristão,
oferecida pelo criador. Porém nem sempre ela é respeitada por aqueles que a
pregam, pois liberdade com restrição, não é liberdade.
E
quanto aos relacionamentos? Sim, ela é essencial quando no relacionamos. O
princípio de todo e qualquer relacionamento é a liberdade, pois o amor e a autonomia
caminham juntos. Amar é saber voar e voltar
ao ninho, se permitir e permitir ao outro fazer suas escolhas, independente de
qualquer coisa.O mais importante é que possamos compreender que ela faz par com
felicidade e uma sem a outra tornam as coisas sem sentido.
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