Hoje,
ouso entrar em um campo perigoso. Lugar, que protelei para mostrar e
expor, a fim de evitar polêmicas, críticas e julgamentos. Mas agora, considero inevitável ignorar
essa vontade. A ideia deste blog é fazer com que possamos refletir sobre a
conquista de si próprio, até chegar a um relacionamento. Sob essa ótica
considero algo precioso se encontrar, e é ai que a definição da espiritualidade,
algo fundamental para maioria de nós, entra, formando
personalidades, construindo valores e consolidando identidades.
Baseados
nisso, devemos começar a questionar quem é Deus na nossa vida? Qual sua função?
E por que cremos neste Deus? E antes que algum fundamentalista cristão me chame
de herege, posso afirmar que tais respostas são formadas em nossa mente desde
pequenos. A crença é construída em nós de 3 a 7 anos de idade, de acordo com o psicólogo suíço Carl Jung, e assim permanece, até que tenhamos consciência
para definirmos aquilo que queremos e a fazer nossas próprias escolhas.
Há
quem faça da natureza o seu Deus. Outros o encontram no silêncio ou no
momento de paz. Existe a figura do todo poderoso, que criou todas as
coisas e rege o
universo de acordo com as próprias vontades. Acredita-se que a força que
encontramos dentro de nós mesmos e o amor, também podem ser chamados de
Deus. Pode ser algo complexo e sobrenatural ou tão simples como o
balançar de
uma árvore.
Quanto
àqueles que não creem em
nada, por uma experiência pessoal ou pela
ausência de uma, encontram em si próprios os sustentáculos que uma
divindade pode
oferecer. O mais importante é que em meio a esse mix de crenças,
abordagens
religiosas e espirituais, possamos respeitar a fé de cada um,
compreendendo-a, e nos permitindo conhecer e saber mais, sobre o ganho
de viver a nossa espiritualidade, como seres humanos que somos.
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