segunda-feira, 28 de abril de 2014

Otimismo: tome uma dose todos os dias



                     
 O tempo todo chegam às nossas vidas situações que nos colocam à prova, e sobre elas não temos controle algum, mas, como vamos passar por elas, é uma escolha toda nossa, embora pareça difícil exercer esse tipo de responsabilidade. Tudo tem um lado bom e um lado ruim. No entanto, será que é tão simples assim ver esse lado? Muita gente passa a vida lamentando o que não é, e esquece de lutar pelo que quer ser. E essa luta é consigo mesmo, com seus receios, com seus fantasmas, com seus traumas e seu comodismo. Esses são os nossos piores inimigos e não há agente externo pior do que aqueles dentro de nós.
Extrair o que a vida nos oferece de bom pode não ser tão simples quanto parece, mas é um exercício necessário. É como um músculo que quando mais a gente exercita mais forte fica. À medida que nos desenvolvemos, mais vamos evoluindo como seres humanos, e o que era grande vai ficando pequeno, fazendo com que nós nos sintamos prontos para desafios maiores, tornando tudo mais simples.
As pessoas otimistas tendem a ter suas emoções mais controladas e com isso são mais resilientes, ou seja, se recuperam mais rapidamente das adversidades. Quando alcançamos esse estágio, ganhamos em qualidade na nossa saúde emocional e física. Possuir a capacidade de saber voltar ao nosso estado normal depois de uma situação crítica e fora do comum, vale ouro e é fundamental para construção de nossa felicidade.

O Deus de cada um




           Hoje, ouso entrar em um campo perigoso. Lugar, que protelei para mostrar e expor, a fim de evitar polêmicas, críticas e julgamentos. Mas agora, considero inevitável ignorar essa vontade. A ideia deste blog é fazer com que possamos refletir sobre a conquista de si próprio, até chegar a um relacionamento. Sob essa ótica considero algo precioso se encontrar, e é ai que a definição da espiritualidade, algo fundamental para maioria de nós, entra, formando personalidades, construindo valores e consolidando identidades.
              Baseados nisso, devemos começar a questionar quem é Deus na nossa vida? Qual sua função? E por que cremos neste Deus? E antes que algum fundamentalista cristão me chame de herege, posso afirmar que tais respostas são formadas em nossa mente desde pequenos. A crença é construída em nós de 3 a 7 anos de idade, de acordo com o psicólogo suíço Carl Jung, e assim permanece, até que tenhamos consciência para definirmos aquilo que queremos e a fazer nossas próprias escolhas.
                Há quem faça da natureza o seu Deus. Outros o encontram no silêncio ou no momento de paz. Existe a figura do todo poderoso, que criou todas as coisas e rege o universo de acordo com as próprias vontades. Acredita-se que a força que encontramos dentro de nós mesmos e o amor, também podem ser chamados de Deus. Pode ser algo complexo e sobrenatural ou tão simples como o balançar de uma árvore.
                   Quanto àqueles que não creem em nada, por uma experiência pessoal ou pela ausência de uma, encontram em si próprios os sustentáculos que uma divindade pode oferecer. O mais importante é que em meio a esse mix de crenças, abordagens religiosas e espirituais, possamos respeitar a fé de cada um, compreendendo-a, e nos permitindo conhecer e saber mais, sobre o ganho de viver a nossa espiritualidade, como seres humanos que somos.

Eu decido ser feliz!



Existe forma melhor de ser feliz, do que se despir de todos os tipos de preconceitos. Liberar tudo que está preso, toda vontade de viver. Ser dono de si e de suas vontades, é sinônimo de alegria! E para semelhante coisa não existe receita. Talvez quando acordarmos e percebemos que não existe um modelo a ser seguido, e que não temos garantia de nada, começamos a praticar a felicidade. Sim!?! Porque você é quem decide como vai viver, e como vai aproveitar o lado bom de sua vida. Enxergar isso contribui para a construção de uma vida mais real, mesmo que algumas duras descobertas precisem ser feitas.
A gratidão pelo que temos e pelo que somos é positivo e nos faz crescer na arte de viver. É como água para planta que precisa crescer. O ato de ser grato, gera em nós a energia que no aproxima daquilo que desejamos. Deixemos de lado aquela passividade, que nos neutraliza na hora de lutar.
Esperamos sempre pelo que vai acontecer para poder ser feliz. Esperamos pelo o verão, esperamos pelo dinheiro, esperamos pela pessoa amada.  E esquecemos que simplesmente não dá pra esperar....o dia de ser feliz é hoje!
 Aproveite este inspirador momento histórico, em que o país pede mudança e luta por um futuro melhor e mais feliz, para reinventar-se, criar novos conceitos, expandir-se e experimentar este leve e doce sabor que tem a FELICIDADE!

Viva a Liberdade!

                                                    

“Liberdade! Liberdade! abra as asas sobre nós”. Sempre que ouvimos esta música, vem à tona uma sensação tão maravilhosa que foi conquistada pela sociedade ao longo tempo, a de ser livre. Indo muito além do direito de ir e vir, permitindo que mostremos aquilo que somos e sentimos. Dando-nos possibilidades de escolha, para desfrutar de toda plenitude que a vida nos oferece.
Ter e perder, fazer e desfazer, desistir e enfrentar, ficar e voltar, amar e ficar só, são muitos verbos para expressar como pode ser vivida a tal liberdade. Ela nos proporciona um campo tão infinito de opções, que às vezes precisamos ficar atentos para não nos perdermos. Precisamos buscar um foco, para isso disciplina e limite são necessários. A verdade é que precisamos saber lidar com a emancipação.
Conhecemos a liberdade também como o Livre arbítrio, muito difundido no meio cristão, oferecida pelo criador. Porém nem sempre ela é respeitada por aqueles que a pregam, pois liberdade com restrição, não é liberdade.
E quanto aos relacionamentos? Sim, ela é essencial quando no relacionamos. O princípio de todo e qualquer relacionamento é a liberdade, pois o amor e a autonomia caminham juntos.  Amar é saber voar e voltar ao ninho, se permitir e permitir ao outro fazer suas escolhas, independente de qualquer coisa.O mais importante é que possamos compreender que ela faz par com felicidade e uma sem a outra tornam as coisas sem sentido.

Culpas?!? Livre-se de algumas



Há um remédio para as culpas, reconhecê-las”, assim expressou-se o dramaturgo austríaco Franz Grillparzer sobre este sentimento tão difícil que nos atordoa e que em alguns momentos nos imobiliza para o crescimento. Carregamos tantas culpas, que as vezes nossa felicidade fica comprometida. Situações que agimos demais e outras que deixamos de fazer algo, desaprovação ou a condenação de pessoas que amamos, a sensação é a mesma e a culpa acaba por subverter nossa autoestima, além de atrapalhar o andamento de nossa vida.
Mas será que existe uma solução para culpa? Pode ser que para os problemas não tenha, porém para culpa sim..... Quanto mais nos tornamos honestos em relação aos nossos sentimentos, desistimos da necessidade de experimentar este tipo de pseudoculpa. Então ficamos mais livres para pensar com clareza, a respeito de valores e expectativas que talvez precisemos questionar ou repudiar. Essa não é uma tarefa fácil, de repente parar e olhar pra este sentimento e mudá-lo, pois caso fosse não nos esconderíamos atrás desta tal pseudoculpa. No entanto, se conseguimos fazer o esforço, a coragem vem e sustentamos a batalha da independência, e a recuperação de sua autoconfiança e seu auto respeito será imediato.
Por isso hoje comece fazendo um exercício de libertação de suas culpas, daquilo que te incomoda  desconstrua cada uma. Esta prática começa  quando  nos perdoamos e  também àqueles a quem culpamos.

Viver consciente....vamos praticar?




Esse dias li um livro do psicólogo Nathaniel Branden que falava sobre viver consciente, mas o que será viver consciente? Mesmo sendo algo simples, não conseguimos alcançar tão facilmente. Convivemos com fatos que poderão ou não ser modificados, e é preciso ter equilíbrio para lidar com o que é ou não imutável. É claro que tolerar isso não é tão simples assim, no entanto, o uso adequado da nossa consciência é antes de tudo um ato de escolha. Temos liberdade para procurar a expansão ou a contração. Podemos tentar ver mais ou ver menos. Querer ou não querer. Saber lutar pela clareza ou pela perplexidade.
Mil vezes por dia temos que escolher o nível de consciência no qual vamos funcionar. Como entender que não gosto mais deste lugar? Como conformar-se com um relacionamento que não flui mais como antes? Como compreender que o que planejei deu errado? São sentimentos difíceis de se admitir, mas ver tudo como realmente é sem se negar, pode dar muito certo. Recomeçar, tentar coisas novas, explorar novos campos, pode custar um pouco no início, contudo, pode dar muito certo. Para isso é importante dar conta de si próprio e da vida que vive, assumir responsabilidade pela percepção consciente adequada à ação na qual estamos engajados. Isso acima de tudo, é o fundamento da autoconfiança e do auto respeito.

Auto aceitação.... Um bom começo


Vulnerabilidade.... Todos vivemos situações cotidianas em que nos sentimos suscetíveis e frágeis, quando ficamos assim nossas fraquezas ficam expostas, o que para muitos é um grande problema. É claro que a nossa reação a uma condição de fragilidade está relacionada diretamente a nossa bagagem emocional, ou seja, àquilo que vimos e aprendemos durante nossa vida. Em nossos relacionamentos , vimos pessoas reagindo de forma surpreendente ou previsivelmente esperada ao tratar deste assunto. Bom, o fato é que passamos boa parte do tempo nos protegendo, usando caixas e escudos imaginários, a fim de evitar que os outros vejam nossos defeitos, acreditando que impediremos o sofrimento, se o que está guardado continuar oculto.
Não é fácil praticar a auto aceitação, mas certamente só conseguiremos ficar mais felizes, quando admitirmos a nossa condição. Ela nos torna ciente do que é real. A auto ceitação exige que enfoquemos nossa experiência com uma atitude que torna irrelevantes os conceitos de aprovação ou de desaprovação: a vontade de ver, de saber, de ser consciente. É fato que se aceitar, não implica ausência na vontade de mudar, melhorar ou evoluir, mas ela é uma precondição de mudança.
Pensando exatamente nesta auto aceitação, que vem a dica..... Que tal chegar na frente de um espelho e conseguir se ver realmente como você é, tanto com suas imperfeições físicas e emocionais. Este exercício não é nada fácil, no entanto, necessário. Experimente dizer a si mesmo, que sejam quais forem suas imperfeições, visíveis ou não, você se aceita sem restrições. Afinal, como podemos mudar as coisas cuja realidade negamos?

Autoestima....Como vai a sua?





Você se gosta? Cuida bem do seu corpo? De suas emoções e do seu bem estar? Se a resposta foi sim, ótimo, mas se foi não, está na hora de começar a buscar mais qualidade de vida. A forma como você se vê, se define para o mundo  e reage  a tudo, se traduz  na sua autoestima. Este sentimento está associado a fatores que fizeram parte de sua formação desde o seu nascimento. Se hoje você sente que ele está baixo, significa que algo vai mal. Que tal parar um pouco e analisar o que te incomoda?  Repensar seus valores, ideias e relacionamentos. As vezes vivemos presos a uma série de situações que não contribuem em nada pra nossa felicidade, no entanto, continuamos sustentando todas elas e nem sequer percebemos. A vida nos apresenta vários cenários e cabe a nós sermos atuantes neles. Não espere que tudo ao seu redor seja belo, veja você a beleza em tudo.
Para se sentir confiante e adequado à vida não existe segredo, só é necessário expandir a sua capacidade de ser feliz. Isto quem escolhe é você. Simples gestos são capazes de alterar nossa percepção de tudo. Precisamos buscar dentro de nós o melhor que temos, desenvolver potencialidades e entender que de todos os julgamentos  que fazemos, nenhum é tão importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos. Portanto a decisão é nossa: ou crescemos ou nos jogamos para baixo.

Mudança?!? Libere-se para ela.....



Na natureza, não há nada mais certo do que a mudança, pois o que é flexível perdura; o que não é flexível se quebra”, concluiu o filósofo indiano Jiddu Krishnamurti. Realmente!!! Seja ela por uma razão qualquer ou por uma escolha, vai acontecer. Podemos tentar fugir, negar, resistir, mas uma hora ou outra, por meio de situações que a vida nos impõe, vamos ter que mudar. Então já que é  invitável, por que não dar abertura e facilitar o curso natural dos  fatos. Tudo vai se tornar mais fácil, e este processo de metamorfose necessária vai nos fazer amadurecer e aprender. A resistência não ajuda nada, pelo contrário, ela só atrasa a chegada do novo, ou seja, do que a vida quer nos apresentar naquele momento. Aceitação... esta é a palavra!
É importante que toda esta reconstrução de atitudes e comportamentos aconteça dentro de nós, começando pela nossa essência, e que lenta ou rápida ,ela começe a refletir em nossas ações diárias. A conscientização de que a  mudança é necessária deve ser primeiramente nossa. Recentemente li uma frase do cantor Gabriel o Pensador, que dizia: “ Quando mudamos o mundo muda com a gente...”O que nos faz entender que o nosso novo olhar sobre o mundo é que o transforma.
Baseada em uma mudança de vida é que resolvi fazer este blog para refletir, debater  e expor opiniões sobre  sentimentos e relacionamentos, coisas que todos nós precisamos compartilhar de vez enquanto....a final evoluir é preciso, mas nenhuma evolução é possível sem mudança.